Fique de Olho Nestes 4 Talentosos Jogadores de Voleibol

Aqui ficam quatro jogadores internacionais de voleibol que se têm destacado nos últimos tempos. Se é fã da modalidade, fique de olho neles.

Wallace, Brasil

Wallace contribui grandemente para elevar o nível da seleção brasileira de voleibol. O atleta de 29 anos é especialmente conhecido pela intensidade dos seus golpes, que obrigam a equipa adversária e empregar toda a sua concentração. Um verdadeiro mestre dos bloqueios, Wallace representa um trunfo ofensivo valioso.

O jogador fez parte da formação que se sagrou campeã olímpica nos jogos do Rio de Janeiro em 2016. Jogou pela equipa do Sada Cruzeiro, na qual foi tricampeão do campeonato brasileiro. Atualmente, coloca os seus talentos ao serviço do Taubaté.

No que toca a títulos individuais, Wallace foi considerado o melhor atacante oposto dos Jogos Olímpicos do Rio e do Campeonato Mundial, ambas as distinções alcançadas em 2016.

Earvin N´Gapeth, França

Sempre que o francês Earvin N´Gapeth, de 26 anos, pisa o campo, o espetáculo é garantido. N´Gapeth é um dos melhores ponteiros a nível mundial. É um dos jogadores com a melhor preparação física no voleibol atual, e sabe bem como explorá-la.

N´Gapeth foi parte integrante do plantel que garantiu à França a conquista do Campeonato Mundial. Para além disso, foi eleito não só como o melhor ponteiro, mas também como o melhor jogador da competição.

Em 2019, junto com os colegas do clube italiano do Modena, conseguiu reclamar o troféu do campeonato nacional. A nível individual, foi considerado o melhor atleta da liga de Itália, uma das mais exigentes em todo o voleibol mundial.

Ivan Zaytsev, Itália

Ivan Zaytsev é um jogador italiano de ascendência russa. O talento para o desporto está profundamente arraigado nos seus genes. O pai representou a seleção russa também em voleibol, e a mãe foi uma nadadora de competição.

Ivan Zaytsev é um dos jogadores mais versáteis e completos do voleibol internacional. É extremamente competente e perigoso, quer como ponteiro, quer como oposto.

O jogador detém o recorde do serviço mais forte na história do voleibol olímpico. Nos jogos do Brasil, em 2016, serviu a uma velocidade de 127 quilómetros por hora. É verdade, leu bem.

No seu currículo, Zaytsev acumula, entre outros títulos, duas medalhas de prata internacionais conseguidas ao lado da seleção italiana. Continua a jogar em Itália, agora pelo Perugia.

Matthew Anderson, EUA

Após o triunfo olímpico nos jogos de Pequim, em 2008, Anderson passou a liderar a seleção americana de voleibol. Os sucessos não têm sido escassos. A seleção conquistou, desde então, mais dois troféus internacionais. Em 2015, Matthew Anderson foi considerado o melhor jogador da Copa do Mundo.

Com 30 anos e mais de dois metros, Anderson é um atleta intenso, tático e consistente, quer jogue no ataque ou na defesa. Hoje, serve o Zenit Kazan, da Rússia.

Estes quatro ícones do voleibol elevam a modalidade a novas alturas!

MMA

O Guia para Saber Mais Sobre o Mundo das Artes Marciais Mistas

As artes marciais mistas, conhecidas pela sigla em inglês MMA, estão a ganhar cada vez mais expressão no mundo do desporto português. Ao mesmo tempo, cada vez mais lutadores portugueses estão a firmar a sua posição nos escalões mundiais da modalidade.

Mas, afinal, o que são, concretamente, as artes marciais mistas? Siga o nosso guia para ficar a par.

A história e as características da modalidade de MMA

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As artes marciais mistas são o desporto de combate que, nos últimos anos, tem registado o maior crescimento a nível global. A modalidade inclui diferentes estilos e golpes de luta, quer em pé, quer no chão. Dito de forma simples, o MMA é uma junção de artes marciais e luta livre.

É verificado o uso de técnicas oriundas de diversos desportos, nomeadamente o karaté, o boxe, o judo, o muay-thai e o jiu jitsu. A história da evolução do MMA começa no Brasil, a partir de um desporto de combate designado como vale tudo.

No vale tudo, são usadas imensas técnicas das artes marciais, ao passo que o conjunto de regras para os duelos é muito reduzido. O único objetivo que deve ser assegurado é a preservação da integridade física de cada lutador.

Em 1993, surge o UFC (Ultimate Fighting Championship), conhecido por alguns nos países de língua portuguesa como Campeonato de Luta de Elite. Na altura, um comentador televisivo usou o termo “artes marciais mistas” para descrever o primeiro evento do campeonato.

Na verdade, a UFC decidiu misturar diferentes estilos de luta, numa tentativa de combater o crescente desinteresse das audiências, verificado então, pelos eventos de wrestling, sem emoção e demasiadamente programados. A componente de artes marciais foi assim introduzida nas lutas americanas.

O termo “artes marciais mistas” foi-se espalhando pelos Estados Unidos e começou a ser amplamente usado pelos fãs. Dado isso, alguns membros da estrutura da UFC sugeriram a sua utilização nos eventos do campeonato.

Em agosto de 1996, no Mississippi, ocorreu o primeiro combate oficialmente designado como MMA. Foi implementado um novo conjunto de normas, amplamente inspirado nas regras do kickboxing.

A organização que supervisiona o Ultimate Fighting Championship continua a ser a maior e mais relevante empresa promotora do MMA, tendo sob a sua alçada os mais icónicos lutadores do mundo. A cada ano, a UFC organiza aproximadamente quatro dezenas de eventos, não só nos Estados Unidos, mas ao redor do globo.

Organizações reguladoras

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A nível internacional, o MMA é regulado pela IMMAF, sigla em inglês para Federação Internacional das Artes Marciais Mistas. O organismo é sediado na capital sueca de Estocolmo.

Em Portugal, compete à Comissão Atlética Portuguesa de MMA regular, organizar e promover a prática da modalidade.

Saiba Mais Sobre o Crescimento do Hóquei em Patins e das Apostas na Modalidade em Portuga

O hóquei em patins é um dos desportos mais populares ao redor do mundo e está a ganhar cada vez mais influência no continente europeu, nomeadamente em Portugal.

É verdade que o hóquei em patins ainda é uma modalidade com pouca expressão em território português, mas o seu crescimento ao longo dos últimos anos tem sido inegável.

Um dos principais fatores que contribuiu para o aumento da popularidade do hóquei em patins nas nações da Europa foi o facto de haver bastante incerteza em torno do resultado final de uma partida.

O jogo está repleto de surpresas, o que ajuda a alavancar o fator entretenimento e a atrair mais praticantes e fãs de desporto. Como é o caso de qualquer modalidade que comece a registar uma expansão da comunidade de entusiastas, as apostas no hóquei em patins estão agora disponíveis em muitos países. E Portugal não é exceção.

No hóquei em patins, cinco atletas de cada equipa jogam num ringue e usam um stick para orientar a bola até à baliza adversária. A Worldskate é o organismo que regula e organiza a prática do hóquei em patins, e de todos os outos desportos de patinagem, a nível global.

Em Portugal, a história da evolução do hóquei em patins está ainda um pouco envolta em mistério. Mas acredita-se que os primeiros jogos de patinagem tenham sido realizados na primeira década do século XX no Colégio Militar de Lisboa, por influência dos ingleses.

De acordo com a Federação Portuguesa de Patinagem, existem agora mais de 117 clubes de hóquei em patins no país. No entanto, a maioria desses clubes ainda conta apenas com a secção de equipas infantis. Mesmo assim, os jovens participam em competições federadas por todo o território português.

Embora, em muitos outros países, o hóquei em patins seja uma modalidade maioritariamente apreciada pelas gerações de adultos, é interessante verificar a maior abertura na mentalidade desportiva das crianças e dos jovens em Portugal.

São eles que têm contribuído grandemente para o crescimento de desportos como o hóquei em patins, o voleibol, o andebol e o basquetebol. Enquanto isso, as outras gerações continuam quase exclusivamente interessadas no futebol.

Como já referimos, as plataformas online de apostas desportivas em Portugal, sempre atentas à evolução das diferentes modalidades no território, passaram a demonstrar curiosidade em oferecer opções para apostas no hóquei em patins. Na verdade, de forma geral, as apostas desportivas em Portugal têm-se tornado cada vez mais procuradas.

Os campeonatos domésticos e internacionais de hóquei em patins são muito entusiasmantes. Para além disso, existem jogadores em equipas portuguesas que estão a ganhar visibilidade junto do grande público, tais como Jordi Adroher e Valter Neves.

Tudo isso faz com que o dinheiro movimentado nas apostas aumente. O site Betclic foi o primeiro a trazer apostas de hóquei em patins para Portugal. Só no primeiro jogo, a plataforma reuniu mais de mil palpites.

Agora, são vários os espaços online que oferecem quotas atrativas aos apostadores. Compare-as cuidadosamente antes de submeter a sua previsão.

Em época de Campeonato Nacional, está na altura certa de começar a explorar o mundo do hóquei em patins português e, quem sabe, apostar nos confrontos.

A Portuguesa Ticha Penicheiro é a Única Jogadora Europeia na Lista das 20 Melhores do Basquetebol Americano

A WNBA (Women´s National Basketball Association) é o campeonato profissional da secção feminina de basquetebol nos Estados Unidos. Para celebrar o seu vigésimo aniversário, foi decidido criar-se uma lista das vinte melhores atletas na história da liga.

Desse grupo, 18 jogadoras são americanas, uma é australiana e uma é europeia. Para o orgulho lusitano, é portuguesa. Mais precisamente, da Figueira da Foz. Falamos de Ticha Penicheiro.

A própria Ticha, que continua a sua carreira no basquetebol americano, mas agora como agente desportiva, resume muito bem a sua jornada na modalidade.

Reconhece que a sua presença na prestigiosa lista é uma grande honra. Olha para trás no tempo, para a sua infância a jogar basquetebol com os rapazes na Figueira da Foz, e mesmo depois de tantos sucessos, parece que continua a não acreditar que conseguiu construir uma carreira de 15 anos como atleta da WNBA.

Para Ticha, o facto de chegar ao patamar de excelência necessário para alcançar a distinção como um dos melhores talentos de sempre, resume-se ao apoio dos treinadores, das colegas, dos familiares e, claro, ao seu próprio trabalho incansável.

Ticha Penicheiro acredita que contribuiu bastante para o desenvolvimento da WNBA. Ver o seu esforço ser reconhecido de uma maneira especial é superior a tudo o que Ticha poderia imaginar. Mas afinal, é praticamente desde o início da sua vida que a ex-jogadora tem dedicado todo o seu trabalho ao basquetebol.

Para si, as vitórias, os títulos, a aclamação e os prémios são importantes. Mas não mais importantes do que as amizades que foi fortalecendo ao longo do caminho e as memórias que sempre a irão acalentar.

Embora a paixão de Ticha pelo basquetebol não possa sequer ser medida, quando o tema é a evolução da modalidade em Portugal, a ex-atleta mostra-se mais realista do que otimista.

Considera que os adeptos portugueses têm, no geral, uma mentalidade muito restrita quanto ao desporto, exclusivamente focada no futebol. E não acredita que a sua impressionante inclusão na lista das melhores jogadoras da WNBA seja capaz de mudar isso.

Os fãs de basquetebol em Portugal são, quase unicamente, os próprios atletas, o staff das equipas, e os amigos e familiares de quem está envolvido nesse mundo.

Ainda assim, Ticha Penicheiro elogia a decisão da Federação Portuguesa de Basquetebol de criar um canal online para emitir partidas da modalidade. Isso poderá ser muito benéfico para o fomento da cultura basquetebolística em território português.

No final das contas, o que Ticha mais deseja é que o seu exemplo seja visto como uma fonte de inspiração e encorajamento para todos os jovens que ambicionam vir a tornar-se jogadores profissionais de basquetebol, particularmente as raparigas.

O caminho para as mulheres no basquetebol português continua a ser relativamente difícil. Mas Ticha quer que as jovens se lembrem de que a janela de oportunidade para uma carreira internacional fabulosa, ainda que estreita, existe.

Durante as quinze épocas de jogos na WNBA, Ticha jogou doze delas pelas Sacramento Monarchs, duas pelas Los Angeles Sparks e uma pelas Chicago Sky. Por sete vezes, liderou a liga americana no número de assistências, e até hoje, continua a ser a recordista da WNBA nesse parâmetro.

MMA

Cada Vez Mais Lutadores Portugueses Estão a Chegar ao Bellator MMA

O Bellator MMA é uma prestigiada organização americana da modalidade conhecida em português como artes marciais mistas. É a segunda maior dos Estados Unidos e está localizada em Newport Beach, na Califórnia. O Bellator organiza diversos eventos e torneios. Adequadamente, o termo que dá nome à organização é latim para “guerreiro”.

E a verdade é que o ringue, ou cage, do Bellator MMA está a ficar cada vez mais português. Não é só no turismo e no empreendedorismo que a influência de Portugal está a crescer exponencialmente.

Nos últimos anos, o desporto luso tem vivido um período de reflorescimento, assente no talento e na capacidade de trabalho dos nossos atletas. E a modalidade de MMA é um ótimo exemplo dessa realidade.

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O Bellator MMA é a principal montra dos promissores lutadores portugueses. Além do fantástico Pedro Carvalho, que continua a firmar o seu bem merecido lugar na modalidade, não podemos esquecer-nos do regresso de André Fialho, que em outubro arrecadou mais uma importante vitória no Bellator.

Os meses e anos anteriores ao seu retorno ao ringue no último trimestre do ano passado não foram fáceis para André Fialho.

Entre 2017 e 2018, Fialho lutou não contra outros guerreiros, mas sim contra as suas lesões. O português sofreu ferimentos substanciais na costela, na clavícula, na mão e no joelho.

Segundo palavras do próprio, foi um período horrível. O lutador admitiu ainda que até mesmo a sua saúde mental não se encontrava tão estava quanto gostaria. No entanto, André Fialho conseguiu dar a volta por cima e está agora pronto para competir melhor e com mais frequência.

No seu regresso a 12 de outubro de 2018, defrontou Javier Torres, de 33 anos, e saiu triunfante. A sua performance impressionante mostrou que está totalmente recuperado das lesões que, não há muito tempo, eram incapacitantes.

Depois de três rounds, cada um de cinco minutos, o júri decidiu, ainda que não unanimemente, pela vitória do jovem português. E de facto, André Fialho é bem mais jovem do que o oponente que teve de combater.

Tem 24 anos e é oriundo da cidade lisboeta. Atualmente, mora no sul do estado americano da Flórida, onde treina ao lado de autênticas máquinas do MMA. Filho acredita que apenas agora está a tornar-se um verdadeiro profissional, com um plano adequado de nutrição e treino.

Mesmo que seja assim que o jovem se sente, nada pode negar o facto de que já acumula dez vitórias na sua carreira. O seu grande sonho é tornar-se campeão mundial de MMA em duas categorias.

Recentemente, Domingos Barros foi incluído no grupo de portugueses contratados pelo Bellator MMA. Temos mais um orgulho nacional para acompanhar.

Conheça as Novidades dos Jogos de Apuramento para o Europeu de Andebol de 2020

A Federação Portuguesa de Andebol anunciou quais os convocados para os próximos duelos frente à Roménia e à Lituânia, enquadrados no apuramento para o Campeonato Europeu da modalidade, a realizar-se em 2020.

André Gomes, Belone Moreira, Diogo Silva e Gustavo Capdeville são alguns dos destaques da lista. André Gomes, Belone Moreira e Diogo Silva são laterais que jogam, respetivamente, pelo FC Porto, pelo Benfica e pelo Avanca. Já Gustavo Capdeville serve como guarda-redes no Madeira SAD.

Algumas das ausências mais notadas incluem nomes como Hugo Figueira, João Ferraz, Jorge Silva e Wilson Davyes.

A seleção nacional de andebol receberá a formação romena em território luso, mais precisamente em Santo Tirso, naquele que é o primeiro confronto do grupo 6 da fase de apuramento. Para defrontar a Lituânia, o plantel português irá prosseguir até à cidade de Klaipeda, junto à costa oeste do país.

As estatísticas dos duelos de andebol entre Portugal e a Roménia não são muito favoráveis para o grupo luso. Em 14 jogos, Portugal perdeu sete, empatou três e conquistou quatro vitórias.

No grupo 6 encontra-se ainda a temida e colossal seleção francesa, hexacampeã mundial, tricampeã europeia e bicampeã olímpica. A França venceu o Campeonato Mundial de Andebol em 1995, 2001, 2009, 2011, 2015 e 2017; e conquistou o Europeu em 2006, 2010, 2014.

Quanto aos Jogos Olímpicos, foi em território chinês e britânico que a formação arrecadou o ouro, respetivamente, nos eventos de Pequim 2008 e Londres 2010.

Olhando para estas estatísticas podemos verificar que, no século XXI, a seleção francesa de andebol colecionou dez importantíssimos títulos internacionais. Portugal terá de dar nada menos do que o seu melhor em campo quando se encontrar com os franceses.

O Campeonato Europeu de Andebol de 2020 será o primeiro a integrar 24 nações. Após serem disputados todos os jogos da fase de grupos, apenas os dois países mais bem classificados de cada um dos oito conjuntos avançará para as etapas finais.

Para além destes, terão presença marcada nas fases seguintes as quatro melhores equipas na terceira posição. No entanto, para averiguar quais as nações que receberão os quatro passes adicionais, serão considerados somente os resultados conseguidos frente às duas melhores equipas do grupo.

Gerações Encontram-se para Celebrar o Regresso da Equipa Benfiquista de Voleibol Feminino

O Sport Lisboa e Benfica, alinhando-se com a sua política de diversidade, apostou, mais uma vez, no desporto feminino. O clube vai voltar a contar com uma equipa feminina na modalidade de voleibol. Nuno Brites foi encarregue de servir como treinador.

Para marcar o começo de uma nova era, algumas das jogadoras da geração mais icónica do voleibol feminino em Portugal reuniram-se com o novo plantel de jovens talentosas que irá representar as águias.

Madalena Canha, Margarida Leite, Teresa Fernandes e Zé Maia estiveram à conversa com as novas apostas da modalidade, numa autêntica troca de histórias e experiências entre gerações.

As quatro ex-atletas fizeram parte da histórica formação conhecida como “as Marias do Benfica”, que conquistou nove campeonatos nacionais de voleibol consecutivos entre as temporadas de 1966/67 e 1974/75.

As Marias do Benfica

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Em 1951, foi inaugurada a secção feminina de voleibol do Sport Lisboa e Benfica. Ao longo da década seguinte, a equipa e os treinadores foram ganhando capacidade física, técnica e competitiva. O objetivo era estruturar uma equipa campeã, o que veio a concretizar-se de forma bem mais gloriosa do que se antecipava.

 

Na época de 1963/64, deu-se a conquista do primeiro título, o Campeonato de Lisboa. Na altura, o então treinador Graciano Ferreira, que orientava o plantel há 11 anos e foi uma parte imprescindível do progresso das jogadoras, dizia acreditar que o grupo estava finalmente equipado com as armas necessárias para derrotar qualquer oponente.

 

Na temporada de 1966/67, depois de duas épocas em que os títulos lhes escaparam, as encarnadas iniciaram um ciclo lendário de triunfos nacionais. A hegemonia das benfiquistas em relação às adversárias era absolutamente inquestionável. Nessa temporada, perderam somente uma partida.

 

As Marias do Benfica, designação carinhosa que, entretanto, ganharam devido a várias das atletas terem o nome “Maria”, reclamaram todos os oito campeonatos seguintes, somando assim nove títulos nacionais consecutivos. Como se não bastasse, em 1972/73 e 1973/74, as águias venceram as duas primeiras edições da Taça de Portugal de voleibol feminino.

Não nos esqueçamos de que, à época, construir uma carreira assente exclusivamente no desporto era difícil, tanto para os homens, como, mais ainda, para as mulheres. Os atletas viam-se obrigados a conjugar o seu sonho com outras atividades laborais.

Das Marias do Benfica faziam parte médicas, professoras e profissionais das áreas das ciências e das letras. Algumas delas eram casadas e tinham filhos. Sendo assim, é ainda mais notório o tempo e o esforço que estas mulheres dedicavam à sua equipa, sem descurar os seus empregos e a sua vida familiar.

Não há dúvidas de que o excelente exemplo destas atletas é uma poderosa força motivadora para a nova equipa sénior de voleibol feminino do Benfica.

Para recomeçar, a formação lisboeta vai competir no terceiro escalão do país. A meta é subir rapidamente à segunda divisão.

3 Jovens Promessas Portuguesas do Hóquei em Patins

No ano passado, presenciámos a formidável evolução de vários jovens talentos europeus do hóquei em patins, tais como Vieirinha, Ignacio Alabart e Jordi Burgaya. Esses e outros nomes passaram de promessas para certezas absolutas do futuro da modalidade.

Agora, mais jovens estão a trilhar o mesmo caminho. Apresentamos três dos melhores jovens jogadores portugueses de hóquei em patins, nos quais será interessante mantermos a nossa atenção daqui para a frente.

Gonçalo Nunes

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O tempo vai encarregar-se de tornar Gonçalo Nunes num grande nome internacional do hóquei em patins. Basta que a jovem promessa continue no caminho que está a traçar.

Gonçalo Nunes iniciou a sua formação no Paço de Arcos e já passou pelo Benfica. Atualmente, está ao serviço do Sporting. No entanto, por via de um empréstimo, tem defendido, durante a época corrente, a camisola do seu clube original, o Paço de Arcos.

Com apenas 19 anos, Gonçalo Nunes ocupa o terceiro lugar na lista dos melhores marcadores do campeonato nacional, um feito simplesmente impressionante. O Paço de Arcos deposita no jovem talento a maior porção das suas expectativas em manter-se na primeira divisão.

Com tudo o que Gonçalo Nunes já provou e tem o potencial de provar, é muito provável que o Sporting lhe guarde um lugar na equipa principal para a próxima temporada.

Pedro Batista

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Pedro Batista é um competente avançado e mostra ser uma autêntica máquina de golos. Desde tenra idade que Pedro Batista tem provado ser uma das maiores garantias para a qualidade futura do hóquei em patins em Portugal.

Os seus primeiros dias como jogador foram passados no Hóquei Clube de Turquel. Durante as três últimas épocas, enverga a cor encarnada pelo Benfica. Na temporada anterior, fez parte da formação das águias que se sagrou campeã nacional na secção de sub-20.

Na presente época, Pedro Batista integra o plantel da equipa italiana do HRC Monza, por empréstimo do seu clube lisboeta. Também em terras estrangeiras, a jovem promessa tem surpreendido staff, colegas e adeptos com as suas capacidades implacáveis de remate.

Pedro Batista é, no momento, o melhor marcador do HRC Monza, tendo colecionado 18 golos em 16 partidas, uma estatística verdadeiramente admirável.

Na próxima temporada, quer continue a jogar pelos italianos, quer garanta um lugar na seleção benfiquista principal, uma coisa é certa: qualquer grupo que possa contar com Pedro Batista deve considerar-se sortudo.

Gonçalo Pinto

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O jovem português Gonçalo Pinto é uma aposta segura do Benfica para o futuro da sua equipa de hóquei em patins. O jogador é um elemento completo e versátil da formação da capital, bem treinado para pautar pela excelência em diferentes aspetos do jogo.

Na época de 2016/2017, enquanto Gonçalo Pinto prestava os seus serviços à equipa B e à secção de sub-20, o treinador Pedro Nunes reconheceu o imenso talento do jovem e convocou-o para dois duelos no plantel principal.

Grato pela oportunidade, Gonçalo Pinto respondeu à aposta do técnico de uma forma que superou as expectativas, tendo marcado cinco golos.

Atualmente, Gonçalo Pinto encontra-se a colocar as suas habilidades à prova junto dos italianos do Amatori Lodi que, na verdade, são os campeões em título no país.

A promessa portuguesa joga lado a lado com craques estabelecidos como Alessandro Verona, Luís Querido e Giullio Cocco. Mas em vez de se sentir intimidado, Gonçalo Pinto é inspirado pela qualidade dos colegas a elevar a sua performance e firmar a sua importância para o conjunto.

O futuro assemelha-se risonho para qualquer um destes três prodígios lusitanos que orgulham os adeptos do nosso país!

13 Golfistas Portugueses Fazem Parte dos Melhores do Portugal Pro Golf Tour

São 13 os golfistas portugueses que fazem parte do grupo de 54 jogadores que, em março, vão disputar o campeonato do Portugal Pro Golf Tour em Troia. A competição é conhecida como o PPGT Tour Championship.

O atual campeão nacional, Tomás Silva, está integrado no grupo, assim como os ex-campeões Hugo Santos e Tiago Cruz. O trio será acompanhado por golfistas portugueses que atuam em diversos circuitos prestigiados.

Entre os nomes encontram-se João Carlota, Tomás Bessa, Tiago Rodrigues, Francisco Oliveira e João Ramos. Este último é, na verdade, o melhor jogador português no Portugal Pro Golf Tour, uma vez que terminou a temporada de 2018/2019 ocupando a terceira posição da tabela.

Estamos a falar de um dos torneios de golfe mais importantes a nível internacional. Os 54 talentos são originários de sete nações europeias, Portugal, Inglaterra, Irlanda, Escócia, País de Gales, Países Baixos e Suécia.

Os participantes vão defrontar-se com o objetivo de alcançar o cobiçado prémio de 20 mil euros. Geralmente, a quantia monetária oferecida ao vencedor das competições do circuito é de 10 mil euros.

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Entre novembro de 2018 e março de 2019 foram realizados 21 torneios do circuito em Portugal, a maioria deles no Algarve. Troia vai, sem dúvida, apresentar desafios entusiasmantes aos jogadores naquela que é a fase concludente da tour. O fabuloso Troia Golf Resort é o local perfeito para os momentos decisivos.

O melhor prémio do PPGT Tour Championship é composto por cinco convites para eventos do campeonato Challenge Tour, o segundo mais importante na Europa.

Este prémio será atribuído ao golfista que obtiver a melhor classificação no Tour Championship, não querendo isso necessariamente dizer que os convites cairão nas mãos do vencedor da prova. De facto, é obrigatório que o jogador tenha chegado à derradeira fase entre os 50 primeiros lugares da tabela do PPGT.

Olhando para o grupo dos 13 portugueses, podemos concluir pelas estatísticas que uns jogadores apresentam probabilidades mais altas de vencer do que outros. Mas, como em qualquer desporto, as surpresas não são assim tão raras. E isso é particularmente verdade no que toca ao golfe.

Ao longo dos torneiros da época, nove dos 13 golfistas atingiram classificações dentro do top 10. São eles Hugo Santos, com seis; João Ramos e Tomás Melo Gouveia, com cinco; Tomás Bessa, com quatro; João Carlota, Miguel Gaspar, Tiago Cruz e Tomás Silva, com três; e, finalmente, Vítor Lopes com duas.

Todavia, se restringirmos a seleção aos lusitanos que venceram torneios do Portugal Pro Golf Tour em 2018 ou 2019 ficamos com dois destaques para a conquista final: Tomás Bessa e Miguel Gaspar.

Os 6 Melhores Jogadores Portugueses de Futsal Desde 2000

O talento demonstrado pelos portugueses na história do futsal luso ao longo das décadas tem sido absolutamente inegável. Estes seis icónicos jogadores foram os que mais contribuíram para a qualidade da modalidade em Portugal desde 2000.

Ricardinho

Qualquer top deste género que não inclua Ricardinho pelo menos no pódio está simplesmente incorreto. Ricardinho é considerado o melhor do mundo atualmente, e até mesmo um dos melhores jogadores de futsal de sempre.

Os títulos individuais e coletivos têm vindo a acumular-se no seu historial, e Ricardinho não mostra sinais de abrandar. Hoje, este raro talento coloca as suas habilidades ao dispor do Inter Movistar, de Madrid.

Ricardinho tem 32 anos, o que significa que ainda tem pela frente alguns anos para expandir o seu domínio e impressionar cada vez mais os entusiastas da modalidade a nível internacional.

Arnaldo Pereira

No currículo de Arnaldo Pereira está incluído o maior número de internacionalizações entre todos os jogadores portugueses de futsal na história, com 208.

O empenho e a paixão que o jogador inspirava na formação lusa era realmente impressionante. Uma das figuras mais marcantes e acarinhadas do futsal em Portugal, Arnaldo Pereira contribuiu para a conquista da UFC pelo Benfica, assim como para a presença do plantel nacional na final do Europeu de 2010.

Agora, o prodígio está em fim de carreira, a jogar por um clube da segunda divisão em Itália. Na época passada, Arnaldo Pereira viveu a experiência de ser treinador, tendo orientado os jovens talentos da equipa sub-20 do Futsal Azeméis.

João Benedito

João Benedito será sempre conhecido como o eterno guarda-redes do clube verde e branco, um jogador adorado pelos adeptos sportinguistas.

Para João Benedito poder gozar dessa excelente reputação no mundo do futsal, contribuiu não só a qualidade das suas performances à baliza, consistentemente magistrais, mas também o seu lado humano e afetuoso, amplamente apreciado pelos fãs da modalidade, e não só dos leões.

Desde 2016, João Benedito está afastado do futsal competitivo. Até mesmo recusou um convite para fazer parte da estrutura do Sporting. No entanto, esse é um projeto que o jogador pretende concretizar daqui a alguns anos.

João Matos

Este é um dos casos da lista nos quais o jogador em questão está ainda no auge da sua carreira, a dar tudo em campo. João Matos coloca os seus talentos à prova pelo Sporting e é uma das escolhas imprescindíveis do treinador do plantel nacional.

Desde o início da sua carreira que João Matos se mantém na equipa leonina, provando assim a sua inabalável devoção ao clube. Soma já 119 partidas ao serviço da seleção portuguesa de futsal.

Pedro Costa

Pedro Costa foi um dos jogadores mais fundamentais para a conquista da UFC em 2010. Em todos os duelos, lutava afincadamente de cada vez que recebia a bola.

A mesma atitude em relação ao jogo levou Pedro Costa a ser também uma parte extremamente importante do caminho da seleção portuguesa rumo ao confronto final do Campeonato Europeu no mesmo ano.

Pedro Costa acumulou 119 internacionalizações pela formação das quinas. Atualmente, já não joga, mas está a treinar a equipa japonesa dos Nagoya Oceans.

Gonçalo Alves

Gonçalo Alves passou pelos dois principais clubes da capital lusitana, o Sporting e o Benfica. Passou 11 anos em campo pela equipa encarnada, sendo que, durante seis, serviu como capitão do grupo.

Foi na última temporada, aos 39 anos, que Gonçalo Alves terminou a sua carreira como jogador. No entanto, continua a trabalhar a par com as águias como manager da equipa de futsal.

Quer ainda joguem ou quer estejam já afastados do desporto, estas seis figuras serão para sempre lembradas de uma forma especial na história do futsal português.