MMA

Conheça a História de João Carvalho, o Lutador de MMA que Morreu Após um Combate

O português João Carvalho, lutador de artes marciais mistas que tinha a alcunha de “Rafeiro”, morreu após um evento em Dublin, na Irlanda. O combate aparentou ser nada mais do que uma luta completamente normal.

Segundo os amigos e colegas, os quais treinavam com João Carvalho no ginásio lisboeta para os membros da Nóbrega Team, a causa da morte do lutador não se deve a um espancamento.

Estão cientes de que João era um atleta extremamente apto e treinado para resistir aos combates. Para eles, o árbitro agiu apropriadamente. Não houve qualquer razão que justificasse que o duelo fosse interrompido.

No entanto, como é comum ocorrer no mundo online, os comentários desinformados e desagradáveis acumularam-se após o anúncio da morte de João “Rafeiro”. Muitos utilizadores simplesmente assumem que as artes marciais mistas são um desporto altamente perigoso e que os seus praticantes são bandidos e delinquentes.

Essa é uma das principais razões pelas quais a grande maioria dos lutadores e de outros profissionais do mundo do MMA decidiu não prestar declarações acerca da triste notícia.

A Comissão Atlética Portuguesa de MMA, o organismo que regula e promove a prática da modalidade em Portugal, entende perfeitamente essa atitude. Mas os seus membros consideram que é a sua obrigação combater a ignorância que ainda faz pairar um sentimento de desconfiança sobre o desporto.

O combate em que João Carvalho, de 28 anos, participou na capital irlandesa, foi o seu primeiro e, infelizmente, último a nível internacional. O jovem talento praticava MMA há já uma década.

Nos meses que precederam o evento, o português treinou sete dias por semana, passando mais tempo no ginásio do que na própria casa. João Carvalho e os treinadores estudaram ao mínimo detalhe o estilo, as técnicas e os padrões do lutador adversário, o irlandês Charlie Ward, que acabou por vencer o confronto.

João deixou dois filhos, um de doze e um de sete anos. Quem o conhecia, sabia muito bem que de rafeiro tinha somente a sua alcunha no mundo do MMA, pois não havia nada de comum ou inferior na sua personalidade e no seu trabalho.

A opinião consensual é que João “Rafeiro” era, desde rapaz, um jovem exemplar e respeitador, cuja alegria radiante contagiava quem quer que estivesse na sua presença. Como atleta, era correto, disciplinado e zeloso. Afinal, a sua maior ambição era a de alcançar uma carreira mundial nas artes marciais mistas.

Dito de forma simples, isto é que os amigos, familiares e colegas desejam que fique na memória do público: João Carvalho era um verdadeiro guerreiro. E até à sua morte, nunca deixou de o ser.

3 Jogadores Internacionais de Sub-20 para Acompanhar de Perto

O futebol é um dos desportos em que o potencial jovem é, desde cedo, reconhecido, nutrido e otimizado. Com menos de 20 anos, estes três jovens da América Latina e da Europa são já fabulosos atletas que contribuem grandemente para o sucesso das seleções de sub-20 e, até mesmo, das equipas A.

Diego Lainez, México

Em agosto de 2018, Diego Lainez fez história no clube mexicano do Pachuca. O atleta foi o mais novo jogador a entrar para a equipa principal. A visibilidade que a promoção lhe garantiu, rapidamente atraiu a atenção dos clubes da Europa.

No início de 2019, Diego Lainez estava já a jogar pelo Betis, clube da cidade espanhola de Sevilha. O jovem é um atleta rápido, intenso, forte e versátil, que se destaca especialmente na qualidade dos cruzamentos. Acumula várias internacionalizações pela seleção mexicana de sub-20, e até mesmo quatro pela seleção A.

Bruno Méndez, Uruguai

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O Uruguai tem sido consistente em produzir defesas centrais de excelência. Tudo aponta para que Bruno Méndez seja o próximo na linhagem.

O futebolista, que iniciou a sua formação no Montevideo Wanderers, é um dos líderes do plantel de sub-20 e já foi convocado para a equipa A.

Do alto do seu 1,84m de altura, Bruno Méndez é muito eficiente no jogo aéreo e nas coberturas. A opinião partilhada pelos fãs e pelos entendidos é de que o jovem demonstra um talento e uma capacidade de trabalho impressionantes para a idade.

Em fevereiro de 2019, Bruno Méndez assinou um contrato de quatro temporadas com o Corinthians, equipa de São Paulo, no Brasil. O clube convocou-o pela sua personalidade e versatilidade.

Erling Haaland, Noruega

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Este corpulento avançado é um canhoto de passadas largas e 1,91m de altura. O interesse em volta deste atleta disparou quando, na fase de apuramento para o Campeonato Europeu de sub-19, conseguiu um hat-trick contra a formação escocesa.

A partir daí, Haaland é o derradeiro standard do ataque na Noruega, combinando de forma impressionante agilidade e força. O atleta nasceu em Inglaterra onde o pai jogou profissionalmente. Atualmente, o jovem está ao serviço do Salzburgo, na Áustria, no âmbito de um contrato de cinco anos.

O futebol mundial está repleto de exemplos de jovens promissores. O seu talento e trabalho árduo merecem ser acompanhados de perto.

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5 dos Melhores Jogadores da História do Golfe Português

Aqui ficam cinco golfistas que estabeleceram o standard da prática da modalidade em Portugal.

Ricardo Santos

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O golfista Ricardo Santos iniciou a prática da modalidade com apenas 9 anos de idade, devido em grande parte à influência do seu tio.

Aos 13 anos, ainda que como amador, Ricardo Santos era já um elemento não só do Clube de Golfe de Vilamoura, mas também da seleção nacional. De seguida, ingressou na seleção europeia e participou em várias provas prestigiadas. Foi em 2006 que Ricardo Santos se tornou um golfista profissional.

Filipe Lima

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A família de Filipe Lima emigrou para a França e foi lá que o pai conseguiu um emprego num clube de golfe, onde jogava com o filho. Filipe Lima apaixonou-se pela modalidade e, passado pouco tempo, tornou-se o melhor golfista do clube.

Ainda pouco experiente, Filipe Lima começou a participar em campeonatos na França e na Espanha. Foi reconhecido por fãs e entendidos como um verdadeiro jogador revelação, especialmente devido às boas classificações que obteve no Circuito Europeu.

O golfista manteve-se consistente em termos de performance, e em 2012, alcançou a meta de disputar o Challenge Tour.

Tiago Cruz

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Tiago Cruz iniciou a sua formação na modalidade de golfe aos 7 anos, no Clube do Estoril, e é um golfista profissional desde 2006. O seu currículo está recheado de resultados impressionantes.

O jogador já conquistou duas taças do Campeonato Nacional de Absolutos, uma honrosa competição organizada pela Federação Portuguesa de Golfe; assim como medalhas de prata nos circuitos internacionais de Portugal e da Áustria; e o primeiro lugar no Bosch Open da Associação de Profissionais de Golfe de Portugal.  E estes são apenas alguns exemplos.

Hugo Santos

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Hugo Santos é irmão de Ricardo Santos, também já mencionado nesta lista. Hugo profissionalizou a sua atividade em 2005, um ano antes do irmão. Em 2011, ambos alcançaram a qualificação para o Campeonato Mundial de Golfe.

Em 2012, Hugo Santos sagrou-se campeão europeu de profissionais. Curiosamente, o título tinha sido ganho por Ricardo no ano anterior. Ainda no ano de 2012, Hugo Santos conquistou a vitória na primeira edição do Açores Open.

António Sobrinho

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António Sobrinho é um verdadeiro ícone do golfe português. Ao longo da sua carreira, colecionou os mais importantes títulos. Foi campeão nacional por quatro vezes como amador e onze vezes enquanto profissional.

Durante nove anos, António Sobrinho ocupou a primeira posição do ranking da Ordem de Mérito da Associação de Profissionais de Golfe de Portugal. Foi ainda reconhecido com duas distinções de jogador profissional do ano, atribuídas pela Federação Portuguesa de Golfe.

Outros golfistas de excelência incluem António Rosado e Almerindo Sequeira.

Fique de Olho Nestes 4 Talentosos Jogadores de Voleibol

Aqui ficam quatro jogadores internacionais de voleibol que se têm destacado nos últimos tempos. Se é fã da modalidade, fique de olho neles.

Wallace, Brasil

Wallace contribui grandemente para elevar o nível da seleção brasileira de voleibol. O atleta de 29 anos é especialmente conhecido pela intensidade dos seus golpes, que obrigam a equipa adversária e empregar toda a sua concentração. Um verdadeiro mestre dos bloqueios, Wallace representa um trunfo ofensivo valioso.

O jogador fez parte da formação que se sagrou campeã olímpica nos jogos do Rio de Janeiro em 2016. Jogou pela equipa do Sada Cruzeiro, na qual foi tricampeão do campeonato brasileiro. Atualmente, coloca os seus talentos ao serviço do Taubaté.

No que toca a títulos individuais, Wallace foi considerado o melhor atacante oposto dos Jogos Olímpicos do Rio e do Campeonato Mundial, ambas as distinções alcançadas em 2016.

Earvin N´Gapeth, França

Sempre que o francês Earvin N´Gapeth, de 26 anos, pisa o campo, o espetáculo é garantido. N´Gapeth é um dos melhores ponteiros a nível mundial. É um dos jogadores com a melhor preparação física no voleibol atual, e sabe bem como explorá-la.

N´Gapeth foi parte integrante do plantel que garantiu à França a conquista do Campeonato Mundial. Para além disso, foi eleito não só como o melhor ponteiro, mas também como o melhor jogador da competição.

Em 2019, junto com os colegas do clube italiano do Modena, conseguiu reclamar o troféu do campeonato nacional. A nível individual, foi considerado o melhor atleta da liga de Itália, uma das mais exigentes em todo o voleibol mundial.

Ivan Zaytsev, Itália

Ivan Zaytsev é um jogador italiano de ascendência russa. O talento para o desporto está profundamente arraigado nos seus genes. O pai representou a seleção russa também em voleibol, e a mãe foi uma nadadora de competição.

Ivan Zaytsev é um dos jogadores mais versáteis e completos do voleibol internacional. É extremamente competente e perigoso, quer como ponteiro, quer como oposto.

O jogador detém o recorde do serviço mais forte na história do voleibol olímpico. Nos jogos do Brasil, em 2016, serviu a uma velocidade de 127 quilómetros por hora. É verdade, leu bem.

No seu currículo, Zaytsev acumula, entre outros títulos, duas medalhas de prata internacionais conseguidas ao lado da seleção italiana. Continua a jogar em Itália, agora pelo Perugia.

Matthew Anderson, EUA

Após o triunfo olímpico nos jogos de Pequim, em 2008, Anderson passou a liderar a seleção americana de voleibol. Os sucessos não têm sido escassos. A seleção conquistou, desde então, mais dois troféus internacionais. Em 2015, Matthew Anderson foi considerado o melhor jogador da Copa do Mundo.

Com 30 anos e mais de dois metros, Anderson é um atleta intenso, tático e consistente, quer jogue no ataque ou na defesa. Hoje, serve o Zenit Kazan, da Rússia.

Estes quatro ícones do voleibol elevam a modalidade a novas alturas!

MMA

O Guia para Saber Mais Sobre o Mundo das Artes Marciais Mistas

As artes marciais mistas, conhecidas pela sigla em inglês MMA, estão a ganhar cada vez mais expressão no mundo do desporto português. Ao mesmo tempo, cada vez mais lutadores portugueses estão a firmar a sua posição nos escalões mundiais da modalidade.

Mas, afinal, o que são, concretamente, as artes marciais mistas? Siga o nosso guia para ficar a par.

A história e as características da modalidade de MMA

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As artes marciais mistas são o desporto de combate que, nos últimos anos, tem registado o maior crescimento a nível global. A modalidade inclui diferentes estilos e golpes de luta, quer em pé, quer no chão. Dito de forma simples, o MMA é uma junção de artes marciais e luta livre.

É verificado o uso de técnicas oriundas de diversos desportos, nomeadamente o karaté, o boxe, o judo, o muay-thai e o jiu jitsu. A história da evolução do MMA começa no Brasil, a partir de um desporto de combate designado como vale tudo.

No vale tudo, são usadas imensas técnicas das artes marciais, ao passo que o conjunto de regras para os duelos é muito reduzido. O único objetivo que deve ser assegurado é a preservação da integridade física de cada lutador.

Em 1993, surge o UFC (Ultimate Fighting Championship), conhecido por alguns nos países de língua portuguesa como Campeonato de Luta de Elite. Na altura, um comentador televisivo usou o termo “artes marciais mistas” para descrever o primeiro evento do campeonato.

Na verdade, a UFC decidiu misturar diferentes estilos de luta, numa tentativa de combater o crescente desinteresse das audiências, verificado então, pelos eventos de wrestling, sem emoção e demasiadamente programados. A componente de artes marciais foi assim introduzida nas lutas americanas.

O termo “artes marciais mistas” foi-se espalhando pelos Estados Unidos e começou a ser amplamente usado pelos fãs. Dado isso, alguns membros da estrutura da UFC sugeriram a sua utilização nos eventos do campeonato.

Em agosto de 1996, no Mississippi, ocorreu o primeiro combate oficialmente designado como MMA. Foi implementado um novo conjunto de normas, amplamente inspirado nas regras do kickboxing.

A organização que supervisiona o Ultimate Fighting Championship continua a ser a maior e mais relevante empresa promotora do MMA, tendo sob a sua alçada os mais icónicos lutadores do mundo. A cada ano, a UFC organiza aproximadamente quatro dezenas de eventos, não só nos Estados Unidos, mas ao redor do globo.

Organizações reguladoras

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A nível internacional, o MMA é regulado pela IMMAF, sigla em inglês para Federação Internacional das Artes Marciais Mistas. O organismo é sediado na capital sueca de Estocolmo.

Em Portugal, compete à Comissão Atlética Portuguesa de MMA regular, organizar e promover a prática da modalidade.

Saiba Mais Sobre o Crescimento do Hóquei em Patins e das Apostas na Modalidade em Portuga

O hóquei em patins é um dos desportos mais populares ao redor do mundo e está a ganhar cada vez mais influência no continente europeu, nomeadamente em Portugal.

É verdade que o hóquei em patins ainda é uma modalidade com pouca expressão em território português, mas o seu crescimento ao longo dos últimos anos tem sido inegável.

Um dos principais fatores que contribuiu para o aumento da popularidade do hóquei em patins nas nações da Europa foi o facto de haver bastante incerteza em torno do resultado final de uma partida.

O jogo está repleto de surpresas, o que ajuda a alavancar o fator entretenimento e a atrair mais praticantes e fãs de desporto. Como é o caso de qualquer modalidade que comece a registar uma expansão da comunidade de entusiastas, as apostas no hóquei em patins estão agora disponíveis em muitos países. E Portugal não é exceção.

No hóquei em patins, cinco atletas de cada equipa jogam num ringue e usam um stick para orientar a bola até à baliza adversária. A Worldskate é o organismo que regula e organiza a prática do hóquei em patins, e de todos os outos desportos de patinagem, a nível global.

Em Portugal, a história da evolução do hóquei em patins está ainda um pouco envolta em mistério. Mas acredita-se que os primeiros jogos de patinagem tenham sido realizados na primeira década do século XX no Colégio Militar de Lisboa, por influência dos ingleses.

De acordo com a Federação Portuguesa de Patinagem, existem agora mais de 117 clubes de hóquei em patins no país. No entanto, a maioria desses clubes ainda conta apenas com a secção de equipas infantis. Mesmo assim, os jovens participam em competições federadas por todo o território português.

Embora, em muitos outros países, o hóquei em patins seja uma modalidade maioritariamente apreciada pelas gerações de adultos, é interessante verificar a maior abertura na mentalidade desportiva das crianças e dos jovens em Portugal.

São eles que têm contribuído grandemente para o crescimento de desportos como o hóquei em patins, o voleibol, o andebol e o basquetebol. Enquanto isso, as outras gerações continuam quase exclusivamente interessadas no futebol.

Como já referimos, as plataformas online de apostas desportivas em Portugal, sempre atentas à evolução das diferentes modalidades no território, passaram a demonstrar curiosidade em oferecer opções para apostas no hóquei em patins. Na verdade, de forma geral, as apostas desportivas em Portugal têm-se tornado cada vez mais procuradas.

Os campeonatos domésticos e internacionais de hóquei em patins são muito entusiasmantes. Para além disso, existem jogadores em equipas portuguesas que estão a ganhar visibilidade junto do grande público, tais como Jordi Adroher e Valter Neves.

Tudo isso faz com que o dinheiro movimentado nas apostas aumente. O site Betclic foi o primeiro a trazer apostas de hóquei em patins para Portugal. Só no primeiro jogo, a plataforma reuniu mais de mil palpites.

Agora, são vários os espaços online que oferecem quotas atrativas aos apostadores. Compare-as cuidadosamente antes de submeter a sua previsão.

Em época de Campeonato Nacional, está na altura certa de começar a explorar o mundo do hóquei em patins português e, quem sabe, apostar nos confrontos.

A Portuguesa Ticha Penicheiro é a Única Jogadora Europeia na Lista das 20 Melhores do Basquetebol Americano

A WNBA (Women´s National Basketball Association) é o campeonato profissional da secção feminina de basquetebol nos Estados Unidos. Para celebrar o seu vigésimo aniversário, foi decidido criar-se uma lista das vinte melhores atletas na história da liga.

Desse grupo, 18 jogadoras são americanas, uma é australiana e uma é europeia. Para o orgulho lusitano, é portuguesa. Mais precisamente, da Figueira da Foz. Falamos de Ticha Penicheiro.

A própria Ticha, que continua a sua carreira no basquetebol americano, mas agora como agente desportiva, resume muito bem a sua jornada na modalidade.

Reconhece que a sua presença na prestigiosa lista é uma grande honra. Olha para trás no tempo, para a sua infância a jogar basquetebol com os rapazes na Figueira da Foz, e mesmo depois de tantos sucessos, parece que continua a não acreditar que conseguiu construir uma carreira de 15 anos como atleta da WNBA.

Para Ticha, o facto de chegar ao patamar de excelência necessário para alcançar a distinção como um dos melhores talentos de sempre, resume-se ao apoio dos treinadores, das colegas, dos familiares e, claro, ao seu próprio trabalho incansável.

Ticha Penicheiro acredita que contribuiu bastante para o desenvolvimento da WNBA. Ver o seu esforço ser reconhecido de uma maneira especial é superior a tudo o que Ticha poderia imaginar. Mas afinal, é praticamente desde o início da sua vida que a ex-jogadora tem dedicado todo o seu trabalho ao basquetebol.

Para si, as vitórias, os títulos, a aclamação e os prémios são importantes. Mas não mais importantes do que as amizades que foi fortalecendo ao longo do caminho e as memórias que sempre a irão acalentar.

Embora a paixão de Ticha pelo basquetebol não possa sequer ser medida, quando o tema é a evolução da modalidade em Portugal, a ex-atleta mostra-se mais realista do que otimista.

Considera que os adeptos portugueses têm, no geral, uma mentalidade muito restrita quanto ao desporto, exclusivamente focada no futebol. E não acredita que a sua impressionante inclusão na lista das melhores jogadoras da WNBA seja capaz de mudar isso.

Os fãs de basquetebol em Portugal são, quase unicamente, os próprios atletas, o staff das equipas, e os amigos e familiares de quem está envolvido nesse mundo.

Ainda assim, Ticha Penicheiro elogia a decisão da Federação Portuguesa de Basquetebol de criar um canal online para emitir partidas da modalidade. Isso poderá ser muito benéfico para o fomento da cultura basquetebolística em território português.

No final das contas, o que Ticha mais deseja é que o seu exemplo seja visto como uma fonte de inspiração e encorajamento para todos os jovens que ambicionam vir a tornar-se jogadores profissionais de basquetebol, particularmente as raparigas.

O caminho para as mulheres no basquetebol português continua a ser relativamente difícil. Mas Ticha quer que as jovens se lembrem de que a janela de oportunidade para uma carreira internacional fabulosa, ainda que estreita, existe.

Durante as quinze épocas de jogos na WNBA, Ticha jogou doze delas pelas Sacramento Monarchs, duas pelas Los Angeles Sparks e uma pelas Chicago Sky. Por sete vezes, liderou a liga americana no número de assistências, e até hoje, continua a ser a recordista da WNBA nesse parâmetro.

MMA

Cada Vez Mais Lutadores Portugueses Estão a Chegar ao Bellator MMA

O Bellator MMA é uma prestigiada organização americana da modalidade conhecida em português como artes marciais mistas. É a segunda maior dos Estados Unidos e está localizada em Newport Beach, na Califórnia. O Bellator organiza diversos eventos e torneios. Adequadamente, o termo que dá nome à organização é latim para “guerreiro”.

E a verdade é que o ringue, ou cage, do Bellator MMA está a ficar cada vez mais português. Não é só no turismo e no empreendedorismo que a influência de Portugal está a crescer exponencialmente.

Nos últimos anos, o desporto luso tem vivido um período de reflorescimento, assente no talento e na capacidade de trabalho dos nossos atletas. E a modalidade de MMA é um ótimo exemplo dessa realidade.

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O Bellator MMA é a principal montra dos promissores lutadores portugueses. Além do fantástico Pedro Carvalho, que continua a firmar o seu bem merecido lugar na modalidade, não podemos esquecer-nos do regresso de André Fialho, que em outubro arrecadou mais uma importante vitória no Bellator.

Os meses e anos anteriores ao seu retorno ao ringue no último trimestre do ano passado não foram fáceis para André Fialho.

Entre 2017 e 2018, Fialho lutou não contra outros guerreiros, mas sim contra as suas lesões. O português sofreu ferimentos substanciais na costela, na clavícula, na mão e no joelho.

Segundo palavras do próprio, foi um período horrível. O lutador admitiu ainda que até mesmo a sua saúde mental não se encontrava tão estava quanto gostaria. No entanto, André Fialho conseguiu dar a volta por cima e está agora pronto para competir melhor e com mais frequência.

No seu regresso a 12 de outubro de 2018, defrontou Javier Torres, de 33 anos, e saiu triunfante. A sua performance impressionante mostrou que está totalmente recuperado das lesões que, não há muito tempo, eram incapacitantes.

Depois de três rounds, cada um de cinco minutos, o júri decidiu, ainda que não unanimemente, pela vitória do jovem português. E de facto, André Fialho é bem mais jovem do que o oponente que teve de combater.

Tem 24 anos e é oriundo da cidade lisboeta. Atualmente, mora no sul do estado americano da Flórida, onde treina ao lado de autênticas máquinas do MMA. Filho acredita que apenas agora está a tornar-se um verdadeiro profissional, com um plano adequado de nutrição e treino.

Mesmo que seja assim que o jovem se sente, nada pode negar o facto de que já acumula dez vitórias na sua carreira. O seu grande sonho é tornar-se campeão mundial de MMA em duas categorias.

Recentemente, Domingos Barros foi incluído no grupo de portugueses contratados pelo Bellator MMA. Temos mais um orgulho nacional para acompanhar.

Conheça as Novidades dos Jogos de Apuramento para o Europeu de Andebol de 2020

A Federação Portuguesa de Andebol anunciou quais os convocados para os próximos duelos frente à Roménia e à Lituânia, enquadrados no apuramento para o Campeonato Europeu da modalidade, a realizar-se em 2020.

André Gomes, Belone Moreira, Diogo Silva e Gustavo Capdeville são alguns dos destaques da lista. André Gomes, Belone Moreira e Diogo Silva são laterais que jogam, respetivamente, pelo FC Porto, pelo Benfica e pelo Avanca. Já Gustavo Capdeville serve como guarda-redes no Madeira SAD.

Algumas das ausências mais notadas incluem nomes como Hugo Figueira, João Ferraz, Jorge Silva e Wilson Davyes.

A seleção nacional de andebol receberá a formação romena em território luso, mais precisamente em Santo Tirso, naquele que é o primeiro confronto do grupo 6 da fase de apuramento. Para defrontar a Lituânia, o plantel português irá prosseguir até à cidade de Klaipeda, junto à costa oeste do país.

As estatísticas dos duelos de andebol entre Portugal e a Roménia não são muito favoráveis para o grupo luso. Em 14 jogos, Portugal perdeu sete, empatou três e conquistou quatro vitórias.

No grupo 6 encontra-se ainda a temida e colossal seleção francesa, hexacampeã mundial, tricampeã europeia e bicampeã olímpica. A França venceu o Campeonato Mundial de Andebol em 1995, 2001, 2009, 2011, 2015 e 2017; e conquistou o Europeu em 2006, 2010, 2014.

Quanto aos Jogos Olímpicos, foi em território chinês e britânico que a formação arrecadou o ouro, respetivamente, nos eventos de Pequim 2008 e Londres 2010.

Olhando para estas estatísticas podemos verificar que, no século XXI, a seleção francesa de andebol colecionou dez importantíssimos títulos internacionais. Portugal terá de dar nada menos do que o seu melhor em campo quando se encontrar com os franceses.

O Campeonato Europeu de Andebol de 2020 será o primeiro a integrar 24 nações. Após serem disputados todos os jogos da fase de grupos, apenas os dois países mais bem classificados de cada um dos oito conjuntos avançará para as etapas finais.

Para além destes, terão presença marcada nas fases seguintes as quatro melhores equipas na terceira posição. No entanto, para averiguar quais as nações que receberão os quatro passes adicionais, serão considerados somente os resultados conseguidos frente às duas melhores equipas do grupo.

Gerações Encontram-se para Celebrar o Regresso da Equipa Benfiquista de Voleibol Feminino

O Sport Lisboa e Benfica, alinhando-se com a sua política de diversidade, apostou, mais uma vez, no desporto feminino. O clube vai voltar a contar com uma equipa feminina na modalidade de voleibol. Nuno Brites foi encarregue de servir como treinador.

Para marcar o começo de uma nova era, algumas das jogadoras da geração mais icónica do voleibol feminino em Portugal reuniram-se com o novo plantel de jovens talentosas que irá representar as águias.

Madalena Canha, Margarida Leite, Teresa Fernandes e Zé Maia estiveram à conversa com as novas apostas da modalidade, numa autêntica troca de histórias e experiências entre gerações.

As quatro ex-atletas fizeram parte da histórica formação conhecida como “as Marias do Benfica”, que conquistou nove campeonatos nacionais de voleibol consecutivos entre as temporadas de 1966/67 e 1974/75.

As Marias do Benfica

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Em 1951, foi inaugurada a secção feminina de voleibol do Sport Lisboa e Benfica. Ao longo da década seguinte, a equipa e os treinadores foram ganhando capacidade física, técnica e competitiva. O objetivo era estruturar uma equipa campeã, o que veio a concretizar-se de forma bem mais gloriosa do que se antecipava.

 

Na época de 1963/64, deu-se a conquista do primeiro título, o Campeonato de Lisboa. Na altura, o então treinador Graciano Ferreira, que orientava o plantel há 11 anos e foi uma parte imprescindível do progresso das jogadoras, dizia acreditar que o grupo estava finalmente equipado com as armas necessárias para derrotar qualquer oponente.

 

Na temporada de 1966/67, depois de duas épocas em que os títulos lhes escaparam, as encarnadas iniciaram um ciclo lendário de triunfos nacionais. A hegemonia das benfiquistas em relação às adversárias era absolutamente inquestionável. Nessa temporada, perderam somente uma partida.

 

As Marias do Benfica, designação carinhosa que, entretanto, ganharam devido a várias das atletas terem o nome “Maria”, reclamaram todos os oito campeonatos seguintes, somando assim nove títulos nacionais consecutivos. Como se não bastasse, em 1972/73 e 1973/74, as águias venceram as duas primeiras edições da Taça de Portugal de voleibol feminino.

Não nos esqueçamos de que, à época, construir uma carreira assente exclusivamente no desporto era difícil, tanto para os homens, como, mais ainda, para as mulheres. Os atletas viam-se obrigados a conjugar o seu sonho com outras atividades laborais.

Das Marias do Benfica faziam parte médicas, professoras e profissionais das áreas das ciências e das letras. Algumas delas eram casadas e tinham filhos. Sendo assim, é ainda mais notório o tempo e o esforço que estas mulheres dedicavam à sua equipa, sem descurar os seus empregos e a sua vida familiar.

Não há dúvidas de que o excelente exemplo destas atletas é uma poderosa força motivadora para a nova equipa sénior de voleibol feminino do Benfica.

Para recomeçar, a formação lisboeta vai competir no terceiro escalão do país. A meta é subir rapidamente à segunda divisão.